Em um dado momento de sua vida, a moça decidiu que subir a Consolação a pé comprometeria seu visual. Quando chegasse lá em cima, seus pés estariam inchados e doendo horrores. E o cabelo, então??? Ah, esse nem se fala: chegaria arrepiado, no mínimo, para não ser obrigada a usar linguajar impróprio!
O caso é que a moça pegou o táxi, sem ter um puto na carteira - o que não deveria ser um problema, afinal, vivemos em tempos modernos - difíceis, mas modernos...
Nada que um cheque de R$ 10,00 não resolvesse, certo? Sim, a corrida ficou R$ 10,00 - era só subir a Consolação, lembra??
Por razões não tão óbvias, pelo menos na minha opinião,o taxista ficou louco da vida:
- Eu não aceito cheque!
- O Sr. deveria ter avisado! Como não aceita cheque??
- Não aceito.
- Olha aqui meu Senhor, é o que eu tenho.
- Mas eu não aceito. Já tive muito problema...
- Tudo bem, vamos conversar direito - o Sr. tem duas opções claras aqui: ou aceita o cheque ou a corrida vai ficar de graça, porque eu não tenho dinheiro.
O caso é que a conversa chegou em um ponto que a garota se viu obrigada a ameaçar o taxista de morte. E ela me contando, indagou, muito calma e inocente:
- Pinça na jugular mata, não mata?
- Ô, se mata...
- Pois é, era a única coisa letal que eu tinha na bolsa.
O caso é que a moça pegou o táxi, sem ter um puto na carteira - o que não deveria ser um problema, afinal, vivemos em tempos modernos - difíceis, mas modernos...
Nada que um cheque de R$ 10,00 não resolvesse, certo? Sim, a corrida ficou R$ 10,00 - era só subir a Consolação, lembra??
Por razões não tão óbvias, pelo menos na minha opinião,o taxista ficou louco da vida:
- Eu não aceito cheque!
- O Sr. deveria ter avisado! Como não aceita cheque??
- Não aceito.
- Olha aqui meu Senhor, é o que eu tenho.
- Mas eu não aceito. Já tive muito problema...
- Tudo bem, vamos conversar direito - o Sr. tem duas opções claras aqui: ou aceita o cheque ou a corrida vai ficar de graça, porque eu não tenho dinheiro.
O caso é que a conversa chegou em um ponto que a garota se viu obrigada a ameaçar o taxista de morte. E ela me contando, indagou, muito calma e inocente:

- Pinça na jugular mata, não mata?
- Ô, se mata...
- Pois é, era a única coisa letal que eu tinha na bolsa.


